21/02/2017

de de

Desafio Livrada: 2017



            Olá pessoal, tudo bem? Então, estava vendo no youtuber alguns booktubers que estavam participando do desafio do livrada, e eu fiquei com aquela vontade, sabe? É a primeira vez que participo de algo assim e eu fui ver o meu acervo de livros e suma maioria eu tinha em casa e decidi participar. Eu espero realizar completamente esse desafio.
            Tive uma certa dificuldade de Tem alguns livros que não tenho e espero que eu possa adquirir esse ano, foram escolhidos 15 livros, sendo que um é de leitura obrigatória, que foi escolhido pelo booktuber do livrada... Mais vamos deixar de blá, blá, blá e ir direto ao desafio?

      1.      Livro que venceu o prêmio jabuti:
Escolhido: Hamlet ou Amleto? – Rodrigo Lacerda

Não tenho essa obra em casa, procurei algo e o único que sabia que tinha ganho está encaixado, pois irei me casar e já estou guardando alguns dos meus livros que sabia que não ia ler por agora.

Sinopse: O premiado escritor Rodrigo Lacerda faz aqui uma adaptação que não apenas reconta a história do príncipe Hamlet, tal qual Shakespeare a escreveu, mas põe o jovem leitor curioso (e também o adulto preguiçoso, como brinca o subtítulo do livro) em contato direto com a força de sua poesia dramática. Muito mais que uma simples adaptação, o que temos é, de fato, um guia para Hamlet. Não um guia no sentido estrito e escolar, mas uma voz que acompanha e conduz o leitor numa jornada irresistível pelo universo shakespeariano e por um dos textos mais importantes e centrais do teatro e da nossa cultura. O autor apresenta o original de Shakespeare – informando, comentando e mergulhando em todas as referências sobre cada ato e cena da peça – e o costura com a sua própria narrativa moderna e em linguagem contemporânea da história do príncipe dinamarquês. Como diz Luis Fernando Verissimo no texto de quarta capa, “o que o Rodrigo fez não foi Shakespeare para os simples, foi ajudar a vencer os obstáculos e ir direto ao inesquecível, o fantástico e o poético. Hamlet depurado, um atalho para o encantamento”.


      2.      Livro japonês
Escolhido: Battle Royale -Koushun Takami

Assim que vi essa categoria corri para saber de onde era, pois é o único livro que tenho do Oriente, eu já vi o filme que é baseado nessa história e estou bem curiosa.
Sinopse: Em 1997, o jornalista e escritor japonês Koushun Takami sofreu uma grande decepção. O manuscrito de seu romance de estreia havia chegado à final do Japan Grand Prix Horror Novel, concurso literário voltado para a ficção de terror, mas acabou preterido. Não era para menos. Embora habituado a tramas assustadoras, o júri se alarmou com a história do jogo macabro entre adolescentes de uma mesma turma escolar que, confinados numa ilha, têm de matar uns aos outros até que reste apenas um sobrevivente. O livro, intitulado Battle Royale, só seria lançado em 1999, espalhando um rastro de polêmica – vendeu mais de 1 milhão de exemplares e foi comentado no Japão inteiro. A repercussão foi tão intensa que apenas um ano depois já eram lançadas as adaptações da história para o cinema e para os mangás – mais tarde, viriam sequências tanto na tela grande como nos quadrinhos. O filme, que tem no elenco o ator e cineasta cult Takeshi Kitano, chegou ao Brasil apenas em DVD, enquanto a série em mangá completa foi publicada aqui entre 2006 e 2011.
Para alento de quem assistiu ao filme, acompanhou os mangás ou não fez nada disso – mas adora ficção juvenil de primeira linha – a Globo Livros finalmente preenche a última lacuna: com tradução direta do japonês, assinada por Jefferson José Teixeira, o livro Battle Royale aporta nas livrarias brasileiras na condição de um dos lançamentos mais aguardados de 2014.
Na batalha de todos contra todos, há os que enlouquecem, os que se revoltam, os que extravasam os piores instintos, os que buscam se alienar – e até os que assumem com prazer a missão de eliminar pessoas que horas antes eram colegas de classe. Nesse ambiente, o fio do suspense se mantém esticado o tempo todo: é possível confiar em alguém? Do que um ser humano é capaz quando toda forma de violência passa a ser aceita?


      3.      Livro que explora o erotismo
Escolhido: Minha Paris – Gail Scott

Eu não tenho esse livro e não sabia qual pôr nessa categoria, pesquisando sobre, decidi por esse livro, pois achei a temática bem interessante. Eu tinha apenas um quadrinho que explorava o erotismo, mas eu troquei o quadrinho por um livro com um colega.

Sinopse: Nomeado um dos dez melhores romances de 1999 pela revista Quill & Quire. Gail Scott redefiniu a paisagem de modo a incluir todos os climas, interiores e exteriores, incluindo o sexo e uma visão sexual feminina – uma visão de ser que é pura animação, uma ação composta de todas as janelinhas de informação que constantemente abrem e fecham no ritmo de quem aos poucos descobre um lugar no tempo, no seu caso, Paris. A sua Paris é uma obra de arte extasiante. Eileen Myles Que esta obra tenha recebido tantos elogios não surpreenderá os leitores, pois qualquer um que aprecia a literatura séria vai reconhecer este tour de force de técnica, estilo e alma. Este é um romance de lugar, de um lugar urbano; um romance tão sobre Paris, que, por mais que soe como um clichê, Paris se torna a principal protagonista. Brad Hooper Minha Paris não é para os que não gostam de experimentações gramaticais. Mas para aqueles que, sim, gostam de brincar com a linguagem, este livro de memórias (divulgado como romance) sobre seis meses em Paris em 1993 é um prazer. Mary Soderstrom


      4.      Roman à clef
Escolhido: A última palavra

Eu não tinha nenhum livro para pôr nessa categoria dos que estavam disponíveis aqui pra mim, pois muitos dos meus livros foram encaixotados. Pesquisando para saber qual poderia enquadrar nessa categoria, acabei escolhendo essa obra, pois não vi nenhum outro desafiante escolhendo ela.

Sinopse: "Cultuado autor indiano radicado na Inglaterra, Mamoon tem setenta e poucos anos e sua reputação vai mal; as vendas decrescentes de seus livros não dão conta dos gostos extravagantes de sua nova mulher. Harry, jovem escritor, é contratado por seu editor para escrever uma biografia recheada de intrigas pessoais, que salve ao mesmo tempo a carreira e a conta bancária de Mamoon. Quando a trama do sétimo romance de Hanif Kureishi veio à tona, ele logo foi lido como um roman à clef sobre V. S. Naipaul, Nobel da literatura cuja biografia revela uma vida promíscua. Mas A última palavra é, além disso, uma narrativa hilária e envolvente com reflexões profundas sobre o fazer literário e a biografia. "

      5.      Livro com protagonista detestável
Escolhido: Lolita – Vladimir Nabokov

Eu pensei em todos os livros que eu lembrava que tinha em casa, e logo, me veio esse na mente, nunca li ele, mais sei que deve ser detestável, pois trata de um tema muito complexo, que é a pedofilia.

Sinopse: Lolita é um dos mais importantes romances do século XX. Polêmico, irônico, tocante, narra o amor obsessivo de Humbert Humbert, um cínico intelectual de meia-idade, por Dolores Haze, Lolita, 12 anos, uma ninfeta que inflama suas loucuras e seus desejos mais agudos. A obra-prima de Nabokov, agora em nova tradução, não é apenas uma assombrosa história de paixão e ruína. É também uma viagem de redescoberta pela América; é a exploração da linguagem e de seus matizes; é uma mostra da arte narrativa em seu auge. Através da voz de Humbert Humbert, o leitor nunca sabe ao certo quem é a caça, quem é o caçador. Nabokov compôs a maior parte do manuscrito — que ele mesmo chamou de “bomba-relógio” — entre 1950 e 1953. Nos dois anos seguintes, ouviu recusas de cinco editoras norte-americanas (“pura pornografia”, disse-lhe uma). Em 1955, foi finalmente aceito por uma obscura editora francesa, a Olympia Press. Em junho, assinou o contrato; em outubro, recebeu os primeiros exemplares, cheios de erros tipográficos. O livro inicialmente não foi bem-recebido; uma revista pensou em publicar trechos, mas foi desaconselhada por advogados. No início de 1956, sua sorte mudou. Graham Greene havia colocado Lolita entre os melhores livros de 1955 numa edição do Sunday Times. A repercussão cresceu; em agosto de 1958, foi finalmente publicado nos EUA. Em setembro, alcançou o primeiro lugar na lista de mais vendidos. O sucesso faria com que Nabokov deixasse de dar aulas para viver apenas de sua literatura. “Num primeiro momento, a conselho de um velho e calejado amigo, tive a humildade de estipular que o livro deveria ser lançado anonimamente. Duvido que eu jamais vá me arrepender de pouco depois, percebendo o quanto a máscara tenderia a trair minha causa, eu ter decidido assinar Lolita”, escreve o autor no posfácio Um livro intitulado Lolita. No texto, escrito em 1956 para a edição americana, Nabokov faz esta e outras reflexões sobre sua motivação para escrever Lolita, a gênese da obra, a dificuldade para publicá-la e sua polêmica repercussão. Sobre as acusações de imoralidade, o autor escreve: “Lolita não traz a reboque moral alguma. Para mim, uma obra de ficção só existe na medida em que me proporciona o que chamarei sem rodeios de prazer estético, isto é, a sensação de que de algum modo, em algum lugar, está conectada a outros estados da existência em que a arte (a curiosidade, a gentileza, o êxtase) é a norma. Não existem muitos livros assim”.“Antiamericano” foi outro adjetivo atribuído à obra: “Isto é algo que me dói consideravelmente mais que a acusação idiota de imoralidade. (...) Considerações de profundidade e perspectiva (um gramado nos subúrbios, uma campina nas montanhas) levaram-me a construir uma variedade de cenários norte-americanos. (...) Só escolhi os motéis americanos em vez de hotéis suíços ou estalagens inglesas porque estou tentando ser um escritor americano e reivindico os mesmos direitos concedidos aos outros escritores americanos. (...) E todos os meus leitores russos sabem que meus velhos mundos — russo, britânico, alemão, francês — são tão fantasiosos e pessoais quanto o meu novo.”Sua Lolita, segundo Nabokov, não foi inspirada em nenhuma personagem real, muito menos o sedutor de meia idade Humbert Humbert. 'Lolita é ficção da minha imaginação. Quando pensei no tema, não pensei em nenhuma garota especificamente. Na verdade, eu não conheço meninas tão bem, apenas as havia encontrado socialmente ao longo da vida. Humbert também nunca existiu. É um homem que eu inventei, um homem com uma obsessão, assim como muitos dos meus personagens sofrem de algum tipo de obsessão. Enquanto eu escrevia o livro, vários casos de homens mais velhos perseguindo jovens garotas começaram a ser publicados nos jornais, mas eu encarava isso apenas como uma interessante coincidência', declarou o autor em entrevista a BBC inglesa concedida em 1962. Mas uma das melhores definições da obra-prima é mesmo do próprio autor. Ainda no posfácio de 1956, Nabokov usa a seguinte metáfora para explicar sua relação com o livro mais famoso: “Todo escritor sério, atrevo-me a afirmar, percebe este ou aquele livro que publicou como uma presença permanente e reconfortante. Sua chama-piloto está sempre acesa em algum ponto do porão, e basta um toque aplicado a nosso termostato particular para provocar uma pequena e discreta explosão de calor familiar. (...). Não reli Lolita desde que revisei suas provas na primavera de 1955, mas o considero uma presença deleitável agora que ele paira discretamente pela minha casa, como um dia de verão que sabemos que está luminoso por trás do nevoeiro.”

      6.      Livro triste
Escolhido: Não há silencio que não termine – Ingrid Betancourt

Quando olhei esse livro e vi por cima a sinopse, imaginei que deve ser bem triste e decidi dar uma chance a ele, que está a bastante tempo no meu acervo e ganhei de um colega da faculdade.

Sinopse: Filha de uma tradicional família colombiana, educada na Europa, Ingrid Betancourt resolveu abandonar a segurança de uma vida confortável para dedicar-se aos problemas de seu conturbado país. Elegendo-se sucessivamente deputada e senadora, Ingrid fundou em 1998 o partido Oxigênio Verde, com o objetivo de trazer novas esperanças à política colombiana, marcada pela violência sectária e pela corrupção. Interessada em promover o diálogo entre as diversas facções da guerra civil que há décadas dilacera a Colômbia, a jovem senadora resolveu em 2001 lançar sua candidatura às eleições presidenciais. No ano seguinte, durante uma viagem de campanha ao único município governado por um prefeito de seu partido, a candidata - então mal colocada nas pesquisas - foi sequestrada por um comando das Farc, junto com diversos assessores e seguranças, num episódio até hoje mal explicado. Levada para o interior da selva em inúmeras viagens de barco, caminhão e marchas a pé, Ingrid se viu repentinamente desligada do convívio dos amigos e da família, isolada do mundo exterior em meio a guerrilheiros fortemente armados. A autora de não há silêncio que não termine passaria mais de seis anos em poder das Farc. Sua visível agonia, documentada por cartas e “provas de vida” em vídeo, bem como sua libertação numa célebre e cinematográfica operação do Exército colombiano, em 2008, chamaria novamente as atenções do mundo para o conflito que atualmente ameaça a paz no continente sul-americano. Este livro é o relato contundente de sua experiência como prisioneira da guerrilha narcotraficante, em meio à fome, à doença e às humilhantes condições impostas pelos sequestradores. Os momentos mais dramáticos de sua longa crônica de desventuras certamente são as desesperadas tentativas de fuga. Decidida a recuperar sua liberdade a qualquer custo, Ingrid tentou escapar diversas vezes, sendo invariavelmente recapturada pela guerrilha, faminta e perdida na selva. Obrigada ao convívio quase permanente com os companheiros de sequestro, a autora relembra a rotina tensa do cativeiro, em que a posição de um colchão ou uma suspeita de favorecimento na distribuição de comida geravam desentendimentos por vezes violentos. Ingrid revisita os diversos acampamentos, mais ou menos provisórios, em que foi mantida prisioneira, associando-os às figuras sinistras dos diversos captores e carcereiros que fizeram parte de seu cotidiano ao longo dos anos. A vítima retrata seus algozes sem rancor, descrevendo-os em sua miséria política e humana. O bem-sucedido fim do sequestro, em Julho de 2008, encerra o livro num tom de cautelosa esperança, dedicado à preocupante situação dos reféns ainda em poder das Farc.

      7.      Livro de um autor que você conheceu pessoalmente
Escolhido: O teatro desagradável de Nelson Rodrigues – Anderson Brandão

É o único autor que conheço pessoalmente, pois foi o meu professor de literatura brasileira I e II; também foi de literatura portuguesa I na faculdade, tenho um carinho muito grande desse professor e sinto falta de suas aulas.

Sinopse: Nelson Rodrigues é um autor desagradável. Sua obra nos deixa um entrave na garganta, um gosto amargo de realidade, um retrato da dramaticidade do cotidiano, a crueza do humano. No entanto nenhum autor pode ser afastado de seu tempo, nem reina solitário Nelson Rodrigues no rol dos malditos. A obra O teatro desagradável de Nelson Rodrigues tem o mérito de mergulhar na relação entre literatura e cultura, entre um autor e seu tempo buscando contextualizar o desagradável de Nelson Rodrigues e também entendê-lo entre outros autores malditos da literatura mundial. Assim, Anderson Brandão começa sua obra,  analisando a historicidade do texto literário para, em seguida, encontrar personagens rodrigueanos a dialogar com aspectos da obra de Emily Brontë, Charles Baudelaire, Marquês de Sade e Franz Kafka. 
O teatro desagradável de Nelson Rodrigues é um estudo de literatura comparada e um mergulho nas linhas de poder que Nelson Rodrigues evidencia. Nesta obra percebemos que o desagradável e o maldito na literatura de Nelson Rodrigues é o retrato de um tempo presente, de uma sociedade, de relações de poder que estão em nós.

      8.      Livro com engajamento político
Escolhido: Invictus: conquistando o inimigo – John Carlin

Ganhei esse livro de uma colega da faculdade, e quando estava procurando em meu acervo de livros, e vi que esse livro se enquadrava na categoria. Tenho muita curiosidade sobre o mandado de Nelson Mandela e vou poder conhecer um pouco sobre o mesmo nessa obra.

Sinopse: Se você é como a maioria das pessoas, sabe que Nelson Mandela passou 27 anos preso e foi o líder da luta conta o apartheid na África do Sul. Sabe também que ele ganhou o Prêmio Nobel da Paz e chegou à presidência nas primeiras eleições livres de seu país. Mas não deve saber nada sobre a Copa do Mundo de Rúgbi de 1995. Em Invictus - Conquistando o inimigo, o jornalista John Carlin narra aquela que talvez seja a passagem política mais bem-sucedida de nossa geração. Parafraseando Garibaldi após a unificação da Itália, as eleições de 1994 tinham criado uma nova África do Sul, mas restava o desafio de criar os sul-africanos. Em busca de uma causa capaz de unir brancos e negros, Mandela concordou em sediar a Copa do Mundo de Rúgbi.  A escolha desse esporte parecia absurda. Por décadas, o rúgbi fora um símbolo do apartheid. Dessa forma, mais improvável que ganhar a Copa era o Springboks - o time nacional - conquistar o coração dos negros. Mandela precisava que o povo acreditasse no slogan "um time, um país". Ele teve de fazer os negros verem os jogadores como "nossos rapazes" e assegurar aos brancos que eles tinham um lugar de direito na nova nação. Para isso, mostrou-se um líder carismático e flexível, capaz de conter seus aliados e seduzir seus adversários. O que aconteceu no estádio no dia da final foi uma grande glória: perdão, libertação e celebração. O tipo de coisa que acontece quando pessoas que conheciam apenas o ódio e o medo se libertam do fardo da história e superam suas diferenças. Se ganhou a Copa do Mundo? O que a África do Sul conquistou naquele dia foi muito mais que isso.


      9.      Livro que ganhamos de um amigo
Escolhido: As melhores mitologias nórdicas – A.S. Franchini e Carmen Seganfrede

Esse livro ganhei de um ex-aluno, ele queria muito me dar um livro, e veio com esse livro que era usado e que tinha na casa dele, eu fiquei muito feliz pelo carinho dele, essa obra já está há muito tempo comigo e enfim tive a oportunidade de ler.

Sinopse: "As Melhores Histórias da Mitologia Nórdica" reúne num único volume as principais lendas relativas à mitologia dos povos que habitaram nos tempos pré-cristãos os atuais países escandinavos (Noruega Suécia e Dinamarca) além da gélida Islândia. Este conjunto de mitos também teve especial desenvolvimento na Alemanha que foi a grande divulgadora da cultura dos nórdicos. Com a expansão das navegações vikings esta difusão alcançou os povos de língua inglesa e deixou sua marca na própria denominação dos dias da semana destes países (Thursday por exemplo é o "dia de Thor" e Friday "dia de Freya".) Fonte de inspiração para as mais variadas áreas a mitologia nórdica influenciou uma legião de artistas na criação de suas próprias obras tal como o escritor inglês J. R. R. Tolkien e o argentino Jorge Luís Borges. Também o compositor alemão Richard Wagner utilizou as lendas vikings para compor a famosa tetralogia operística O Anel dos Nibelungos que apresentamos sob a forma romanceada de uma pequena novela na segunda parte deste volume. Nestas histórias não faltam ação romance e até a presença de uma insuspeita veia cômica já que a maioria dos personagens transitam pelo grotesco numa profusão de anões gigantes e elfos. Eis aqui uma das principais "raízes" das modernas sagas de RPG.

      10.  Romance psicológico
Escolhido: O ensaio sobre a cegueira – José Saramago

Eu comprei esse livro para a faculdade, comecei a ler, mas não terminei a leitura, pois lembro que o professor deu um prazo muito curto. Na época eu estava gostando muito da leitura e decidi que quero ler novamente.

Sinopse: Livro que deu origem ao filme de Fernando Meirelles. Do autor vencedor do Prêmio Nobel de Literatura 1998. Uma terrível "treva branca" vai deixando cegos, um a um, os habitantes de uma cidade. Com essa fantasia aterradora, Saramago nos obriga fechar os olhos e ver. Recuperar a lucidez, resgatar o afeto: essas são as tarefas do escritor e de cada leitor, diante da pressão dos tempos e do que se perdeu. Um motorista parado no sinal se descobre subitamente cego. É o primeiro caso de uma "treva branca" que logo se espalha incontrolavelmente. Resguardados em quarentena, os cegos se perceberão reduzidos à essência humana, numa verdadeira viagem às trevas.O Ensaio sobre a cegueira é a fantasia de um autor que nos faz lembrar "a responsabilidade de ter olhos quando os outros os perderam". José Saramago nos dá, aqui, uma imagem aterradora e comovente de tempos sombrios, à beira de um novo milênio, impondo-se à companhia dos maiores visionários modernos, como Franz Kafka e Elias Canetti.Cada leitor viverá uma experiência imaginativa única. Num ponto onde se cruzam literatura e sabedoria, José Saramago nos obriga a parar, fechar os olhos e ver. Recuperar a lucidez, resgatar o afeto: essas são as tarefas do escritor e de cada leitor, diante da pressão dos tempos e do que se perdeu: "uma coisa que não tem nome, essa coisa é o que somos".


      11.  Livro escrito antes do renascimento
Escolhido: Antígona – Sófocles 

Eu acho que esse livro é o único que tenho que antecede o renascimento, quero ter outros, mas me falta dinheiro. Ganhei esse livro o meu noivo, foi até na época que a gente foi ver uma exposição do Salvador Dali, eu queria ver a peça desse livro, mas fui comprar muito em cima da hora e não tinha mais vaga, e como uma artificio para eu ficar mais feliz, o mesmo me deu esse livro.

Sinopse: Antígona é a tragédia de Sófocles mais conhecida e apreciada depois de Édipo Rei. Representada pela primeira vez em Atenas, no ano de 441 a.C., ainda hoje desperta profundas emoções. Antígona, a protagonista da peça, é filha de Édipo; donzela destemida, ela resiste, após desobedecer a um decreto de Creonte, rei de Tebas, que a condena à morte. Antígona surge quando aparece a polis (cidade, em grego), tipificando a verdadeira cidadã reivindicando seus direitos. Ela se rebela ao exigir o sepultamento do irmão morto, que foi considerado traidor. Alega que seus dois irmãos merecem o seu amor, por isso, não considera o que morreu como tal.  Sófocles (496 - 406 a.C.), além de ser o autor de uma grande obra, escreveu 123 peças, sendo o mais clássico e o mais difícil dos autores gregos. Rival de Ésquilo e Eurípides, conheceu e manteve o sucesso por mais de sessenta anos. De toda a sua obra restam apenas sete tragédias completas, das quais duas datadas com absoluta segurança. O tradutor: Domingos Paschoal Cegalla nasceu em 1920 e formou-se em Letras Clássicas pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras do Paraná. Lecionou Língua Portuguesa, Literatura e Latim em Curitiba, São Paulo e Rio de Janeiro, onde reside desde 1953. É autor de diversas obras didáticas, entre as quais Novíssima Gramática da Língua Portuguesa. Como poeta, publicou Canção de Eurídice e Um Brado no Deserto, e, como tradutor, traduziu diretamente do grego Édipo Rei, Antígona e Electra.

      12.  Livro resenhado pelo livrada
Escolhido: Pais e filhos – Ivan Turguêniev

Eu não tenho esse livro, mas tenho muita vontade de ler... Espero que eu tenha dinheiro para comprá-la. Esse livro descobri À pouco tempo, e me interessei muito pelo enredo.

Sinopse: Traduzido pela primeira vez diretamente do russo para o português, este clássico é responsável por uma das maiores polêmicas da literatura russa. No início da década de 1860, dois eventos transformaram significativamente a sociedade russa: o fim da servidão e a fundação do movimento Terra e Liberdade, organização secreta que lutava contra as autoridades e instituições oficiais. A abordagem desse contexto fez com que Pais e filhos despertasse uma das maiores fendas da história da literatura russa. O termo "niilista" se popularizou e Ivan Turguêniev (1818-1883) foi acusado de ser responsável por atos criminosos cometidos por radicais influenciados por sua obra. Na trama, o jovem Arkádi Nikolaitch, acompanhado de seu amigo e mentor Bazárov, volta à propriedade de sua família após formar-se na universidade. Bazárov é um personagem singular: despreza qualquer autoridade, é antissocial e se autoproclama um "niilista".

      13.  Livro de correspondência
Escolhido: O mundo de Sofia – Jostein Gaarder

Meu irmão deixou um exemplar meio acabadinho aqui em casa, caso eu não tenha dinheiro vou lê-lo assim mesmo. Já tem um tempo que quer ler o mesmo e acho que enfim chegou o momento.

Sinopse: Às vésperas de seu aniversário de quinze anos, Sofia Amundsen começa a receber bilhetes e cartões-postais bastante estranhos. Os bilhetes são anônimos e perguntam a Sofia quem é ela e de onde vem o mundo. Os postais são enviados do Líbano, por um major desconhecido, para uma certa Hilde Møller Knag, garota a quem Sofia também não conhece. O mistério dos bilhetes e dos postais é o ponto de partida deste romance fascinante, que vem conquistando milhões de leitores em todos os países e já vendeu mais de 1 milhão de exemplares só no Brasil. De capítulo em capítulo, de “lição” em “lição”, o leitor é convidado a percorrer toda a história da filosofia ocidental, ao mesmo tempo que se vê envolvido por um thriller que toma um rumo surpreendente.

      14.  Livro que se passa em um local que já esteve
Escolhido: O cortiço – Aluísio Azevedo

Essa categoria foi muito difícil para mim, pois eu quase nunca saí na minha vida, só conhecia um local de SP, mas foi no interior, pois fui conhecer o local que vou morar depois do casamento, então, acabei procurando algo que relatava sobre o Rio, no estado no qual eu moro, e apareceu esse clássico, e tenho esse livro aqui em casa (que roubei do meu noivo).

Sinopse: O cortiço, livro publicado em 1890, é considerado uma obra-prima do Naturalismo no Brasil. Ainda que notadamente influenciado por Émile Zola, são notórios o vigor e a originalidade de uma narrativa que traz à baila os problemas sociais urbanos da sociedade daquela época — tendo como “palco” principal um cortiço. Pintor de variada galeria de tipos, da representação do cotidiano, Aluísio Azevedo fixou-se nas letras com seu traço forte e também por personificar, com grande destaque, a fase naturalista brasileira.

      15.  Livro obrigatório
Escolhido: Vida e destino – Vassili Grossman

Mais um livro que não tenho, eu espero ter dinheiro para adquiri-lo, essa obra fui conhecer através desse desafio e fiquei bem curiosa com enredo. 
  
Sinopse: Vida e destino é um épico moderno e uma análise profunda das forças que mergulharam o mundo na Segunda Guerra Mundial. Vassili Grossman, que esteve no campo de batalha e acompanhou os soldados russos em Stalingrado, compôs uma obra com a dimensão de Tolstói e de Dostoiévski, tocando, ao mesmo tempo, num dos momentos cruciais do século XX. Este é um dos poucos romances que parecem abarcar toda a vida. Os campos de prisioneiros militares e os campos de concentração; os altos-comandos, com Hitler de um lado e Stálin de outro; a disputa insensata dos soldados por uma única casa na cidade em ruínas; e os dramas familiares dos que ficam para trás e enfrentam o terror político e a incerteza. Não existe um romance sobre a Segunda Guerra com a mesma força dramática, com o mesmo impacto. Finalizado em 1960, e a seguir confiscado pela KGB, o livro permaneceu inédito até a metade dos anos 1980. Uma vez redescoberto, foi alçado a um dos romances mais importantes do século XX. A edição da Alfaguara de Vida e destino foi traduzida do russo por Irineu Franco Perpetuo, a partir da edição mais completa do romance, publicada na Rússia em 1989.

            E aí o que acharam do desafio? Vão querer participar? Aqueles que não irão participar pode ler juntinho comigo para a gente poder ir trocando ideias, o que acham? Eu vou fazendo alguns laudos sobre os livros que estarei lendo. Mas me digam, tem algum ou alguns que vocês queiram resenha?
            Espero que tenham gostado e que estejam sempre acompanhando o blog, não se esqueça de seguir o mesmo para ficar por dentro das novidades, também deixar um comentário para saber o que acharam. Beijos, até o próximo post.

48 comentários:

  1. Que desafio legal!
    Ainda não tinha visto!
    Adorei!
    Bjus
    Taty
    Na Casa dos Abrantes
    Canal

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  2. Não conhecia esse desafio, muito bacana! Preciso reservar um tempinho pra ler mais uns livros! :)
    Beijinhosss
    www.nanidicas.com.br

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  3. Quanto livro interessante! Deu vontade de ler todos eles. *-*

    http://www.glamourosasderosa.com/

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  4. Tenho muita vontade de ler O Cortiço mas a preguiça ganha e acabo lendo outros na frente haha
    Beijoss, amei aqui, já estou seguindo!
    penultima-janela.blogspot.com

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  5. alguns títulos já conhecia, mas não li nenhum desses :p
    preciso me organizar pra tirar um tempinho por dia pra ler!

    xoxo
    Guria do Século Passado

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  6. adorei o desafio ainda não conhecia ^^
    beijinhos boa semana
    bellapagina.blogspot.com.br

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  7. Arrasou.

    http://www.ocabeloemeuedai.com.br/

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  8. Fantastic post Dear:)
    Have a good day!
    kisses

    http://irreplaceable-fashion.blogspot.com

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  9. Obrigado, querida :D A marca é muito boa, sim, e super em conta para os nossos bolsos ehehe :)
    Ele adapta-se a todos os tipos de pele só que, no nosso caso, teriamos de colocar um pó para ele aguentar :P

    Adoro José Saramago <3 Ótimas dicas literárias querida :D

    NEW OUTFIT POST | Myths and Truths About Going to a Psychologist
    InstagramFacebook Oficial PageMiguel Gouveia / Blog Pieces Of Me :D

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  10. Amanda que desafio maravilhoso, quantos livros bons pra se ler, Amanda obrigadda pela visita volte sempre, bjs.
    http://www.lucimarmoreira.com/

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  11. Tem roupa com qualidade, para o preço, o casaco e a camisa são exemplo disso.
    Bem adorei o desafio:)
    Segui o blog:) beijinhos
    https://a-carlota.blogspot.pt/

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  12. Olá, tudo bem? Muitoobrigado pela visita no meu blog! =)

    Não conheço esse desafio mas parece muito legal! =)

    Segui seu blog.=)

    www.anafernandes.ch

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  13. Que desafio interessante! Eu não conhecia nenhum desses livros que tu citou aqui mas gostei das suas escolhas.
    Mil beijos!
    http://pensamentosdeumageminiana.blogspot.com.br/2017/02/overdose-baile-de-carnaval.html?m=1

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  14. Também nunca li Lolita e acho que também detestaria a protagonista. Já vi resenhas desse "O mundo de Sofia". Esse desafio é difícil, eu ficaria em dúvida em vários e repetiria muitos também, haha!

    Beijos!
    www.likeparadise.com.br

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  15. Muito bacana o desafio. Estou torcendo para você conseguir ler todos! O mundo de sofiA É incrível. Eu adoro :)

    www.vivendosentimentos.com.br

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  16. Já li Lolita e sabe, não curti muito não hahaha.
    Amei o desafio.
    Um beijo

    http://lesjoursdemarcela.blogspot.com.br

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  17. Eu considero que já li muitos livros mas agora até fiquei triste pois destes todos, só li um e vi dois em filme! Beijinhos
    --
    O diário da Inês | Facebook | Instagram

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  18. Adorei o post! Só conhecia um deles hahah adorei as dicas
    Instagram @brunaestiloitgirl
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    Beeijos (:

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  19. Oi Amanda! Adorei o post, sempre bom conhecer mais livros :)


    somehowme.blogspot.com.br

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  20. Confesso que ainda não conhecia nenhum desses livros, mas fiquei com vontade de ler alguns. Sempre bom conhecer novos livros! Bjs

    www.mayaravieira.com.br

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  21. Que grande desafio!! Estou a seguir o blog, segue de volta?
    Beijinhos,
    Love is the new black

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  22. Oi Amanda, tudo bem?
    Que legal esse desafio! =)
    Ainda não tinha visto! ^^

    Beijos
    Amanda Z.
    www.amandazulai.com.br

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  23. Eu amo demais O Mundo de Sofia e também O Dia do Coringa, do mesmo autor <3 Que legal esse desafio, amei saber das tuas escolhas.


    Beijos
    Brilho de Aluguel

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  24. adorei esse desafio flor, eu ja pensei em fazer, mas não tinha nenhum dos livros da categoria escolhida. E desejo muitas felicidades nessa nova etapa. beijos

    Taynara Mello
    www.indicarlivros.com

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  25. Desafio tentador :D ainda não li nenhum livro dos escolhidos!

    Bjinhos,
    ❥ AmigaDelicada.com.br

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  26. Bela seleção, já li Ensaio sobre cegueira! Ótima obra

    Beijos!

    EsmaltadasdaPatyDomingues

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  27. Oi Amanda, achei o desafio SUPER interessante e gostei dos livros que você escolheu! Não fiquei animada para participar porque tenho uma lista grande de livros "na fila" por aqui ~ e a maioria não se encaixa nessas categorias. Boa sorte com o desafio!

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  28. Dos livros mencionados li e gosto muito de leituras desse gênero foram Ingrid e Saramago. Grandes leituras e ótimas reflexões!
    bjoka http://diadebrilho.com

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  29. nossa quanto livro legal, adorei esse desafio,beijos.

    http://blogdamaryoficial.blogspot.com.br/

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  30. Não conheço nenhum, mas fiquei com curiosidade em ler Minha Paris e A Última Palavra Romance, beijinho

    Com muito carinho,
    Diamonds In The Sky, Daniela Silva
    Também estou no facebookFanpage do blog, põe um gosto! e no instagramInstagram

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  31. Amei as dicas dos livros são ótimo!

    Beijos da Kah
    Blog Mundo da Kah

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  32. Que livros maravilhosos.
    Ótimo poste.
    Beijos.
    http://vinteedoisdemaio.blogspot.com.br/

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  33. interesting!
    NEW BLOG ! please follow me : YOUNG BLOG

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  34. amei o desafio, esse ano eu também fiz um desafio pra mim mesma que era de começar a ler livros pois eu não lia nada hahah' ai coloquei a meta de 7 livros no ano, sei que é pouco mas pra começar ta otimo pois afinal ja li 3 e to acabando o 4 *--*
    www.rennataferreira.com

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  35. Lolita e o Mundo de Sofia são livros incríveis! Sério ♥ Vale a pena ler

    www.vestindoideias.com

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  36. Lolita é um livro muito bom! Mas sim, a personagem não é muito agradável não.
    Beijos, The Fancy Cats | BB CREAM Giveaway

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  37. Quantos livros maravilhosos, outros não conhecia...
    Amei o blog e segui, espero por vc no meu! Beijinho
    http://omundodajesse.blogspot.pt/

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  38. Nossa quantos livros!!!
    Eu não gosto de ler :/

    http://heyimwiththeband.blogspot.com.br/

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  39. Quantas dicas boas, adorei o post!
    Varias opção pra gostos diferentes!
    Bjs

    http://www.modaimagem.com.br/2017/02/nowplay-de-sabado.html

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  40. Adorei o post e adorei os livros. Óptimas opções :)

    Beijinhos,
    Daniela**

    Girls Just Wanna Have... | YOUTUBE | FACEBOOK | INSTAGRAM ​​

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