09/10/2013

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Divulgação do Livro: O Cadáver

André Stanley é o pseudônimo de André Luiz Ribeiro. Formado em História, atua como professor e pesquisador de História Social. Também leciona língua inglesa, idioma que domina desde a adolescência. Estréia como autor de ficção com essa obra inusitada (O Cadáver), onde se diz livre o bastante para explorar um lado menos científico de seu caráter. Começou a escrever por pura diversão. Ainda na adolescência foi músico de algumas bandas de rock e Heavy Metal onde chegou a escrever algumas letras. Além de escritor também se aventura, como amador, pelas artes plásticas (principalmente desenho e fotografia). Nascido em Guaxupé, pequena cidade do sudoeste mineiro de onde diz tirar inspiração para criar seus contrastes entre a resistente cultura campesina e a hegemônica globalização.
 



Sinopse: Um estudante de medicina se vê envolto em uma nuvem de confusão mental quando se encontra apaixonado por um cadáver o qual dissecava na mesa de um necrotério. Sua peleja mental chega muito próximo da tênue barreira que separa paixão e loucura. Sua cabeça é inundada de reminiscências de sua vida passada que o leva a indagar aspectos filosóficos como os loucos e poetas as vezes o fazem.O protagonista narra suas memórias e pequenas aberrações psicológicas ele próprio, como se o leitor ouvisse em primeira mão ele a lhe explicar aspectos da intimidade de sua alma.
Relacionamentos do passado voltam a assombrá-lo, como demônios que precisam ser exorcizados. Uma história simples de alguém que se perde em meio a tantas lembranças. A história de uma pessoa comum que inocentemente é levada pelos mecanismos inatos da psicologia humana a um mundo que de tão subjetivo parece uma queda livre rumo a um inferno dantesco.
Como é difícil encarar a morte... assim,  crua,  encima daquela mesa. Nua, endurecida e gélida, porém ainda bela. Uma bela mulher, uma jovem que obviamente não havia vivido o bastante para se ver madura. Tinha talvez, 23 ou 24 anos, não mais. Cabelos pretos, muito limpos e belos, era certamente uma mulher requintada. Pele alva já escurecida pelo tempo do óbito. No seu braço direito chamava a atenção uma tatuagem, demonstrava que era uma mulher de caráter forte, dona de seu próprio nariz. Não havia ainda mirado seu rosto. Era algo inconsciente, temia sentir algo de humano naquele cadáver. Isso certamente dificultaria meu trabalho. Era a primeira autopsia que participava, e não queria demonstrar isso para os instrutores.

2 comentários:

  1. A sinopse me remeteu a filmes de José Mogica (Zé do caixão). Pareceu-em confuso e talvez por isso, sedutor. Fiquei curioso. Abraço.
    Marco Antonio Rodrigues.

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