05/09/2013

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Divulgação dos Livros de Allan Pitz

O escritor carioca Allan Pitz é, além de diretor teatral e roteirista − o que confere à sua escrita uma dramaticidade extra, inerente às artes cênicas −, um pensador do asfalto, um peregrino das ebulições da vida, filósofo urbano e romancista original. Pitz publicou sete livros com temáticas diferentes entre 2009 e 2013. Foi também um dos vencedores do Prêmio Canon de poesia 2010, entre muitas outras premiações e participações em Antologias.
Em 2013 recebeu duas indicações ao Prêmio Codex de Ouro,  Romance com "Estação Jugular" e Suspense com "A Morte do Cozinheiro".

Livros publicados:

- A Fuga das Amebas Selvagens (Livro Novo)
- Duas Doses e um Bungee Jump (Corpos editora)
- Um Peixe de Calça Jeans (Editora Nova Terra)
- A Morte do Cozinheiro (Above Publicações)
- Estação Jugular - Uma Estrada para Van Gogh (Editora Dracaena)
- A Arte da Invisibilidade (Editora Dracaena)

Sinopse: As crianças precisam aprender o sentido de união, igualdade e respeito desde o início da jornada. Atuando nesse pensamento, Um peixe de calças jeans e outras histórias para unir traz em sua linguagem simples e acessível histórias curtas e assimiláveis que visam eliminar os preconceitos sutilmente. Agindo no subconsciente formador das crianças. Enriquecendo-as moralmente. A ideia desse livro brotou pelas inspiradoras teorias de Dr. Joseph Murphy (1898 – 1981), autor do livro O Poder do Subconsciente (título original em inglês: The Power of your Subconscious Mind, onde defende a tese de que a mente subconsciente (responsável pelo sono, memória, batimentos cardíacos e outras muitas funções do corpo) ao aceitar uma idéia, começa imediatamente a pô-la em prática. Segundo Murphy, a mente subconsciente aceita tudo que lhe é sugestionado de forma vigorosa e constante; assim, podemos adicionar as informações boas e benéficas sobre o que quisermos. Em Um Peixe de Calças Jeans, a teoria subconsciente é usada para o bem mais pacífico e precioso de todos: o amor fraterno de nossas crianças. A paz. E a união incondicional entre as pessoas. A proposta maior deste livro é ajudar na diminuição da ocorrência de bullying (repetidas agressões psicológicas e/ou físicas) não só nas escolas, preparando o futuro cidadão de bem para as diferenças que o mundo oferece, construindo uma nova geração mais fraterna, livre dos bloqueios preconceituosos gradativamente impostos. 



Sinopse: “A arte da invisibilidade visa condicionar o homem moderno ao intelectualismo de avanço real e lógico, natural, em acordo com sua época. E, ousadia das ousadias, visa trazer de volta o homem pensador, que vagaria pelas prisões hipnóticas sem se deter a nenhuma delas. Apenas isso.”


Sinopse: Palavras do autor: "Nesse livro em especial não me prendi a nada; fiz como fazia nos palcos: montei um personagem e deixei fluir tudo na sua sintonia. O protagonista, Luiz Aurélio, encontra-se num estado de perturbação mental contínuo: não existe mais verdade ou ilusão; existe a sua realidade tragicômica tosca de perdas super valorizadas e ciúmes." Apresentação do livro: É verdade, eu matei o cozinheiro. Em momento algum deste livro negarei que matei o sórdido cozinheiro com minhas próprias mãos de escrever versos. Havia motivo claro em saciar-se com a sua morte, morte de quem por carne e gozo objetou-se ao incomensurável amor que me tornava tão puro. Eu estripei-o com suas facas imundas de trabalho banal, e escalpelei por mimo infantil, de criança brincalhona, ao ver os índios e escalpes na TV. Matei o demônio com noventa facadas, cultivando um novo demônio sanguinário em mim, portanto não negarei ter feito a coisa mais maravilhosa que eu poderia fazer por minha inconsequência gloriosa naquele momento: Eu matei o cozinheiro. A morte do cozinheiro já deve ser considerada uma das obras literárias mais intensas e atuais sobre a dor de cotovelo e o ciúme. De forma singular o autor nos guia sem medo até o amor doente de Luiz Aurélio e as psicoses novas da recente solidão induzida. A derrota do ”eu” exaltado, o abandono, e a morte que pede lugar ao descontentamento puramente egoísta caminham livres. Vemos um jogo de querer e não poder, que desenrola o frágil espírito do ser humano desiludido de amor. Usando a mescla de linguagens necessária em sua abordagem diferenciada, Allan Pitz atormenta os corações abalados neste livro memorável e instigante, fazendo enxergar com outros olhos a parte considerada cruel de uma trágica história romântica. 


Sinopse: E se você acordasse pela manhã em um lugar absurdamente estranho, isolado de tudo, fugindo sabe lá de onde e de quem, e a certeza maior no momento é que deve seguir em frente para não ser torrado vivo? Então você entra no único ônibus de uma linha desconhecida, abandonado na velha Estação Jugular, e na estrada sinistra pincelada por descobertas, medos e anseios humanos se desenrola a maior aventura de todas. Assim ocorre ao romance filosófico Estação Jugular, de Allan Pitz, no qual um viajante perdido e desmemoriado entra em um ônibus vazio fugindo do sol inclemente que abandonou o céu e, como um foco teatral em movimento, tenta queimá-lo. A partir daí, Franz, o passageiro, segue confuso ao lado do Motorista para encarar a psicodélica jornada final de sua existência. 


Sinopse: Lançado em Portugal no ano de 2010, Duas Doses e Um Bungee Jump é um livro de poemas simples que visa somente um novo mergulho poético, uma reapresentação quase ingênua do gênero. O autor tenta nos conduzir a uma poética acessível, renovadora; fragmentos gramáticos desconjuntados do sentimento humano, erguidos sobre qualquer coisa, e tão vivos quanto nosso idioma.

O livro também serve como registro do inusitado encontro entre o autor Allan Pitz (ex ator) e a poesia.


Sinopse: Vamos facilitar essa apresentação, já que não se trata de um livro difícil, pelo contrário, trata-se de um grande passatempo, destinado a todos em qualquer lugar. São amebas selvagens, textos, que resolveram brotar em minha mente inconstante durante algumas semanas. Não impus regras, nem didáticas... Gostei dessa liberdade toda, vagar pelo obscuro, pelo engraçado, o ridículo... E poder expressá-los em múltiplas formas e faces literárias! Frases, pensamentos, contos, piadas, esquetes teatrais, pequenas cenas, bobagens, questionamentos... Não pude me dar ao luxo de intitular as Amebas em sua maioria, são selvagens, e em momento algum aceitaram ser domesticadas, digo isso até para justificar alguns palavrões que acabaram ficando pelo caminho. Desculpem-me o palavriado baixo das atrevidas. Mas elas não quiseram usar palavras amenas em suas razões corrosivas. Além de tudo são amebas teimosas e impertinentes! Fiquei sentado até as cento e setenta e uma desfilarem por meus dedos incrédulos, fazendo-me talvez, escrever a bobagem mais sincera, ridícula e coesa, de toda a minha breve existência.
Espero que consigam se divertir e refletir lendo, tanto quanto ocorreu comigo escrevendo. Ao menos garanto o passatempo.


Time Out
Sinopse: No ano de 1943, algo surpreendente aconteceu ao destróier Eldridge e seus geradores de invisibilidade. Ele não desapareceu apenas nos radares inimigos. Ele e sua tripulação passaram inexplicavelmente para outra dimensão. Há dezenas de anos físicos e cientistas trabalham em projetos ultra-secretos relacionados a viagens no tempo, e hoje você será convidado a conhecer TIME OUT – OS VIAJANTES DO TEMPO, por alguns dos melhores autores de ficção científica do Brasil. “Histórias sobre viagens no tempo, como os contos reunidos neste livro, podem ser divididas, basicamente, em duas categorias: viagens ao futuro, ou viagens ao passado. Viajar para o futuro é uma empreitada mais fácil e a Teoria da Relatividade abriu uma brecha para os mundos do porvir ao prever que o tempo passa mais devagar num veículo que se desloca próximo da velocidade da luz.” Jorge Luiz Calife Jornalista e escritor, autor dos livros As Sereias do Espaço, Como os Astronautas Vão ao Banheiro, Padrões de Contato, Angela Entre Dois Mundos, entre outros. “Esta iniciativa de Ademir Pascale nos brinda com uma fantástica antologia reunindo talentosos autores brasileiros, criando inesperadas soluções baseadas num fator crucial da vivencia humana, o tempo e suas perspectivas definitivas na existência terrena.” André Carneiro Poeta, escritor, cineasta e artista plástico. Autor dos livros Piscina Livre (1967), Amorquia (1991), Confissões do Inexplicável (2007), entre outros. Organização: Ademir Pascale


Visões Comuns de um Porco Esquartejado
Sinopse: ETERNO Eles arrancaram minha boca; E eu sorri. Eles arrancaram meus braços; Eu acenei. Eles arrancaram meus ossos do pé; Caminhei. No fim trouxeram a máxima lâmina deceparam a cabeça frágil do corpo comemoraram a desventura do eu morto. E eu voltei.



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