16/04/2013

de de

Marcos Bagno - Preconceito Linguístico

               Olá queridos leitores, depois de muito tempo sem publicar nenhuma resenha, decidi fazer uma resenha de um livro diferente dos que costumo fazer, como já tinha dito em uma postagem, estou fazendo universidade de letras e literatura, então decide fazer a resenha de um livro que o meu professor pediu para que os alunos lessem.
               Preconceito Linguístico - livro de Marcos Bagno, fala do que é importante saber, das primeiras palavras, a mitologia do preconceito linguístico com os oito mitos, fala do círculo vicioso do preconceito linguístico, ele fala da desconstrução do preconceito linguístico, o preconceito contra a linguística e os linguistas, e tem a carta que ele mandou a revista veja e a entrevista que ele fez com Aline Durões.
               Uma pergunta: Vocês sabiam que existia preconceito linguístico? Eu não sabia, comecei a conhecer esse “novo” preconceito na faculdade, mas na verdade o preconceito linguístico não é novo, é velho, mas fui conhecer a pouco tempo esse novo mundo.
               O nosso português não é difícil, apenas querem que gravemos a gramática, se expirando em Portugal, nossos antigos colonizadores, sendo que em Portugal se diz “mais pequeno”, e aqui no Brasil isso é errado. Já dá pra perceber que não podemos nos guiar pela gramática de lá, somos diferentes deles, falamos diferente, então devemos ter a gramática diferente.
               Os conhecimentos vão se renovando, mas a linguagem fica arraigada no mesmo lugar, ela fica estagnada sem poder fazer nenhum movimento, pois quando tenta-se ver a linguagem por um outro lado, polêmicas e escassez são feitos. Mas por que desse preconceito?
               A classe dominante é a que decide qual é o jeito “certo” de falar, mas quem disse que existe o jeito certo ou errado de se falar? Apenas existe o jeito adequado e inadequado, você apenas tem que saber onde, quando, com quem falar.
               E a classe dominante que diz que os das classes inferiores destroem o nosso “querido português” cometem erros na concordância, ou até mesmo usam palavras que tem o significado totalmente equivocado. O Carlos Monforte se eu não me engano cometeu um erro de concordância no vez de usar o verbo no plural usou no singular. E não podemos esquecer que Marcos Bagno também fala dos gramáticos e suas opiniões.
               Então gente, eu aconselho todos aqueles que querem fazer letras leiam esse livro, e aqueles que gostam de sempre está informado de tudo, também leem, é um livro bem explicativo, onde olhamos com uma nova visão para a variação linguística que existe no Brasil. Eu sei que é muito difícil arrancar o preconceito que muitas vezes tá impregnado na gente, mas sempre é bom ver opiniões diferenciadas da gente e muitas vezes até concordamos com a outras opiniões. Espero que gostem dessa resenha e do livro.

Editora: Loyola
Páginas: 217

2 comentários:

  1. Amei, eu já sabia que existia esse preconceito!

    Beijinhos, já estou seguindo ;)
    Lia ¨
    www.limaoealecrim.blogspot.com

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