14/11/2012

de de

3096 dias - Natascha Kampusch

               Esse livro foi a minha professora que me emprestou, eu estava curiosa, pois é uma história real.
               O livro conta a história da Natascha Kampusch, uma menina de 9 anos que  vive na periferia de Viena, que  às vezes pensa que sua mãe, não liga pra ela, quando ela completa 10 anos ela pede a mãe pra ir sozinha pra escola, depois de muito insistir sua mãe concorda.
               Depois de uma briga com a mãe, ela sai pra ir pra escola sem se despedir de sua mãe, a caminho da escola, ela acaba sendo sequestrada, e a partir dai sua vida vira um inferno. Ela passa 3096 dias, sofrendo todo o tipo de agressão física e psicológica. Seu sequestrador é Wolfgang Priklopil, um engenheiro de telecomunicações. É a partir dai que conhecemos tudo que Natascha passou, e todos os seus sentimentos.
               Eu estava querendo ler esse livro, por ser uma autobiografia e também ser o sequestro mas longo que teve, eu gostei bastante do livro, mas eu senti falta de sentimento, de emoção, pois a todo momento a escritora se manteve fria, por mais que deve ter sido muito difícil pra ela escrever esse livro, e com tudo o que ela passou ela acabou guardando todos o seus sentimentos.
               Por mas que eu não consegui ver a emoção nesse livro, eu fiquei feliz com a superação da Natascha, e fiquei triste por tudo que ela teve que passar, mas ela aos poucos está conseguindo se recuperar. Não foi o melhor livro que eu já li, mas também não foi o pior, eu gostei do livro, mas não amei, é um pouco complicado definir os meus sentimentos por esse livro. E nesse livro descobrimos as consequências que são causadas pelo isolamento, e ela foi forte o suficiente para não ficar tão abalada nesses anos que ela passou com o sequestrador.

“Agora me sinto forte o bastante para contar a história do meu sequestro.”
“Meu cativeiro é algo com que vou ter de lidar durante toda a minha vida, mas aos poucos , acredito que não serei mais dominada por ele.
Ele é parte de mim, mas não é tudo. [...]
Ao escrever este relato, tentei encerrar o capítulo mais longo e sombrio de minha vida. “Sinto-me aliviada, porque pude encontrar palavras para o que considero indescritível e contraditório.” – Natascha Kampusch

Editora: Verus
Página: 223




Um comentário:

  1. Quero ler esse livro, mesmo não gostando de autobiografias a história dela me chama a atenção, mesmo aparentando ser triste.

    Beigos,
    http://mauraparvatis.blogspot.com/

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