12/04/2012

de de

Clarice Lispector - Água Viva


   Neste longo texto ficcional em forma de monólogo, Clarice Lispector se confunde com a personagem, uma solitária pintora que se lança em infinitas reflexões sobre o tempo, a vida e a morte, os sonhos e visões, as flores, os estados da alma, a coragem e o medo e, principalmente, a arte da criação, do saber usar as palavras num jogo de sons e silêncios que se combinam. Tudo é revelado através do olhar dessa pintora-narradora, que cai em estado de graça em plena madrugada. 
   Esse livro não foi muito do meu agrado, não sei se foi por que eu tentei entendê-lo, os livros da Clarice são pra serem sentidos e não entendidos. O livro possui poucas páginas, mas enrole muito para terminá-lo, é um monologo, onde a Clarice fala sobre o “it” que ela quer dizer eu. Eu não gostei muito, mas dois dos meus amigos que leu o livro o adorou. É um livro com uma linguagem, mas rebuscada, mas de fácil entendimento.


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